MINHA PALAVRA É ESCRITA, CANTADA,FALADA,DESENHADA,MOVIDA E DAÍ NASCE MINHA ARTE.

JÔ MENDONÇA ALCOFORADO

POESIAS E CONTOS DA DEUSA DO AMOR

Meu Diário
16/10/2010 23h26
POESIAS ENCANTADAS vol.1 ed. 2010
FUI SELECIONADA JUNTO COM OUTROS AUTORES
EM CONCURSO PARA ESTE LIVRO ORGANIZADO
PELO ESCRITOR LUCIANO BECALETE
ONDE CONSTA DUAS POESIAS DE MINHA AUTORIA
EU SOU MULHER E SOU O MOMENTO
JÔ MENDONÇA

SOU O MOMENTO

Sou o momento que chega de surpresa
Sou o momento que está presente
Sou o momento que já vai passando
Sou o momento que ficou passado
Sou o momento que diz o que sente
Sou o momento que deixou o presente
Sou o momento que sente calado
Sou o momento que diz e não mente
Sou o momento que mente o passado
Sou o momento deixado de lado
Sou o momento que voce tem em mente
Sou o momento que a minha mente desmente
Sou o momento que mastiga as palavras
Sou o momento que escarra o que passa
Sou o momento que joga o que sente
Sou o momento que faz as palavra


EU SOU MULHER - Jô Mendonça Alcoforado

Eu sou mulher
Eu sou muito feminina
Eu sou criança com leveza no andar
Eu sou feliz por isso ando sorrindo
Eu sou passagem que veio pra não ficar
Eu sou mulher que canta coisas da vida
Eu sou ternura e meiguice no olhar
Eu sou amor que anda solto no vento
Eu sou risada gostosa de escutar
Eu sou carente e gosto de estar com gente
Eu sou conversa que não pode faltar
Eu sou amante de toda a natureza
Eu sou beleza que veio para ficar
Eu sou arteira e gosto da brincadeira
Eu sou presente da vida a se ganhar
Eu sou faceira e chego bem de mansinho
Eu sou carinho que chega pra afagar
Eu sou trabalho que preenche os momentos
Eu sou amante do céu, da água e do ar...
Eu sou bandida por está solta na vida
Eu sou a presa que não se deixa capturar
Eu sou o bicho predador que come carne
Eu sou os dentes afiados pra cortar
Eu sou novela que conta toda história
Eu sou a vida vivida pra se amar


Publicado por JÔ MENDONÇA em 16/10/2010 às 23h26
Copyright © 2010. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
10/08/2010 21h05
Entrevista Lançamento Livro JOGO DE PALAVRAS
Poetisa paraibana integra Câmara Brasileira de Jovens Escritores. Jô Mendonça lança seu primeiro livro “Jogo de Palavras”, que também pode ser obtido em forma de CD. Conheça mais sobre essa cantora e compositora premiada na entrevista de Paulo César Cabral, jornalista multimídia da UFPB.
 
 
A cantora e compositora Jô Mendonça lança “Jogos de Palavras
O seu primeiro livro traz 37 poesias e também pode ser obtido em forma de CD
 
“Jogo de Palavras”.Este é o título do primeiro livro que a poetisa paraibana Jô Mendonça lançou no dia 22 de maio, às 17h, na Livraria Usina Cultural da ENERGISA, em João Pessoa, com a presença de familiares, amigos e convidados. Na ocasião, a nova integrante da Câmara Brasileira de Jovens Escritores celebrou seu aniversário e partilhou suas escritas com pessoas que fazem parte de sua vida.
O livro traz 37 poesias e também pode ser obtido em forma de CD, onde a poetisa recita seus poemas decorados por fundos musicais. De acordo com Jô Mendonça, essa primeira edição saiu pela Editora Publit, do Rio de Janeiro, dando direito a sua divulgação na internet. Um dos objetivos da Editora Publit é dar oportunidade aos novos escritores e artistas.
“Intitulei o livro Jogo de Palavras, porque ele é como um sopro, minha inspiração, todos os meus sentimentos, que surgem através de palavras e da escrita. Então nada melhor do que por no papel aquilo que a gente pensa e sente com relação à vida, às pessoas e ao povo. Meu livro fala muito de amor. Eu sou uma pessoa que adoro o amor” afirma Jô Mendonça.
Apesar de ser atriz, cantora e compositora, por enquanto, ela se dedica ao projeto do livro e quer levá-lo adiante, pois ganhou concurso com duas poesias junto à Câmara Brasileira de Jovens Escritores da qual é agora integrante. A autora também esta participando da Antologia de Escritores Brasileiros Contemporâneos com a poesia “Nada é para sempre”.
Jô Mendonça é psicóloga da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); terapeuta comunitária; coordenadora do Projeto de Extensão “Qualidade de Vida: Prevenção e Tratamento de Doenças no Uso e Abuso de Substâncias Químicas nas Comunidades Universitária e de João Pessoa-PB”; Especialista e Praticttioner em Neurolinguística.
No meio artístico é cantora, compositora, já foi premiada como Cantora Revelação, Melhor Intérprete e Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero na Cultura Popular Brasileira. Lançou dois CDs autorais de forró. Tem participações em CD de Coletânea de Músicas, pela Associação dos Forrozeiros da Paraíba (SOFORRÓ) e CDs de alguns artistas paraibanos.
O livro Jogo de Palavras é impresso também na forma digital e pode ser adquirido via internet, através do site www.publit.com.br. Mais informações pelo telefone: 83 9302-2992/9166-5780. E-mail: somjam@uol.com.br.
 
A ENTREVISTA
JPP: Qual é o cerne de Jogo de palavras?
Jô Mendonça: Intitulei o livro Jogo de Palavras, porque ele é como um sopro, minha inspiração todos os meus sentimentos, que surgem através de palavras e da escrita. Então nada melhor do que por no papel aquilo que a gente pensando e sentindo com relação à vida, as pessoas e ao povo. Meu livro fala muito de amor. Eu sou uma pessoa que adoro o amor.
Quem comprar o meu livro, quem obtiver o meu livro e o CD, que o acompanha com as poesias recitadas, vai entender aquilo que estou falando.
Essa primeira edição saiu pela Editora Publit, do Rio de Janeiro que fica em Copacabana, dando o direito a sua divulgação na internet. Um dos objetivos da Editora Publit é dar oportunidade aos novos escritores e artistas.
JPP: Como é a sua vida de psicóloga, terapeuta comunitária, cantora, compositora e agora poetisa? Como você consegue conciliar tantas atividades e criar uma filha?
Jô Mendonça: Realmente é mil e uma utilidades, né? Ser mãe é muito bom, mas é muita responsabilidade cuidar. Quanta à terapeuta comunitária e à psicologia são lados que também encantam porque tem a ver com o ser humano. Então nas minhas poesias, no meu trabalho profissional, eu lido com o ser humano e sua mente, com o subjetivo, o inconsciente e a fantasia. Tudo isso me encanta.
JPP: Você foi premiada como cantora revelação e melhor intérprete, que avaliação faz da música regional nordestina?
Jô Mendonça: A música regional é importante e não devemos deixar de cultuá-la. É uma música benquista em nível de nordeste. A cultura está sempre se inovando. Agora a cultura de raiz não tem tido oportunidade em relação ao que está na mídia, através das emissoras de televisão e rádio.
JPP: Você já lançou dois CDs autorais de forró, quando vai sair o próximo?
Jô Mendonça: Por enquanto estou mais dedicada ao projeto do livro e quero levá-lo mais um pouco adiante, até porque ganhei concurso com duas poesias junto à Câmara Brasileira de Jovens Escritores da qual faço parte. Também estou participando da Antologia de Escritores Brasileiros Contemporâneos com a poesia “Nada é para sempre”.
JPP: A juventude paraibana está sendo trucidada pelo tráfico de drogas e pela violência urbana. Como psicóloga e terapeuta comunitária o que você tem a dizer sobre isso?
Jô Mendonça: As drogas estão matando nossos jovens do futuro. Não se pode combater as drogas, quando as armas, o dinheiro e o poder estão com o tráfico. Esse é um problema social, político e de saúde pública. A solução do problema tem que ser de interesse de todos os envolvidos formando uma campanha, uma rede, abrangendo os sistemas: social, político, educacional e de saúde.


Publicado por JÔ MENDONÇA em 10/08/2010 às 21h05
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, criar obras derivadas, fazer uso comercial da obra, desde que seja dado crédito ao autor original (Entrevista feita pelo Jornalista Paulo César (Multimídia da UFPB)).
 
02/08/2010 19h43
O LOUCO
Estou aqui presente a falar da carta do tarô O louco num texto que li de Cristina Guedes. Na carta do tarô O louco carrega uma mochila nas costas pendurada num pau e veste roupas coloridas, está de costa, mas aparece seu rosto. Penso que eu tenho muita coisa desse louco. Um louco cheio de vida e despreocupado em dizer o que sente fazer o que sente e sentir-se livre levando seus sentimentos e conhecimentos pendurado na mochila, por isso ela parece vazia, leve, quem sabe ele vai derramando pelo caminho aos poucos o que está guardado por onde passa. Talvez ele ache que não vale à pena carregar muita coisa, a carga seria grande e resolve soltar por anda passa. Parece-me sábio exatamente por não ter esse apego. O que leva na sua alegre caminhada é exatamente o que vai precisar para continuar vivendo sua loucura. Ele é um rei louco. Aparentemente sua mochila por se mostrar pequena quando aberta despeja tesouros de grande valor que estava guardado e que ninguém supunha. Quem sabe seriam as migalhas que se tornam tesouros e começam a brilhar e desabrochar coisas que faz parte da vida. Sua alegria de ser eu, você, aquele, ou aquele outro, de está solto no mundo sempre em conexão com a natureza e a vivência no palco da vida. Isso o faz extremamente inteligente para viver sem se importar muito com suas cenas. O cenário é a própria vida regada há alguns aplausos e muita vez contente em algumas fases de ser solitário e isso não o impede de caminhar de entrar por outras portas que se mostram tortas. É aí que ele cria, se embriaga com o conhecimento por estar solto pelo mundo, desapegado a coisas terrenas e embriagado pelos sentimentos do seu intelecto. Esse louco é o que torna possível o impossível dentro das limitações do ser humano. Ele me parece extremamente feliz na sua caminhada e representa vários papéis descontraído com relação ao que pensam ou não sobre sua loucura. O cachorro é o seu freio, é o seu ataque, a sua defesa e também proteção. E ao mesmo tempo guardião do seu senhor e companheiro da sua solidão. O louco é o profeta do seu conhecimento sem vergonha, sem apegos terrenos e com uma sintonia incrível com o universo e a criação divina.
Jô Mendonça


Publicado por JÔ MENDONÇA em 02/08/2010 às 19h43
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23/07/2010 23h33
A MULHER E SUAS MUDANÇAS

A MULHER E SUAS MUDANÇAS - Jô Mendonça Alcoforado

            Diante da pergunta O QUE PENSAVAM AS MULHERES DOS ANOS 30? QUE CURSIOSIDADE ESSA MINHA! No texto da Cristina Guedes muito bem escrito pensei e resolvi fazer algumas observações do que eu percebo no universo feminino.
            É a mulher mudou e mais mudanças acontecem. A mulher está comprovadamente comprometida com as mudanças e sua responsabilidade aumentou, pois já vinha desempenhando um papel de esposa, mãe, amante, filha, dona de casa, profissional, educacional. Não sei até que ponto isso vai ser bom para a mulher... Os desejos são tantos que estão casando e tendo filhos mais tarde, depois de está bem profissionalmente e financeiramente. Parece-me que não querem mais ficar na dependência de ninguém, do marido e para caso de uma separação futura. Assumindo vários papeis e sendo cobrado o tempo todo para dar conta de tudo. A perfeição está longe, mais acredito que estão mais felizes consigo mesmas. A independência da mulher financeiramente é um ponto positivo para sua auto-estima e também para a mídia do consumo. As indústrias de cosméticos, automobilísticas, de tecidos e etc. Devido ao seu alto consumo, e até seguros de automóveis chegando a descontos de até 40% em relação aos homens, ou seja, porque são mais atentas, cuidadosas e responsáveis e mais decididas quando efetuam uma compra. Afinal a mulher desempenha e tem um papel tão importante que muitos homens querem estar no lugar delas. Usando suas roupas, cuidando da estética, querendo muitas vezes ser uma mulher. Ah! Pura ilusão e fantasia é o viver fora da realidade. E quantos sofrimentos psíquicos passarão querendo ser o que externamente pode até parecer ser e internamente a culpa com  todos os sentimentos diante dos preconceitos e da chacota que muitas passam quando estão querendo se afirmar no personagem  mulher que criaram. Não adianta cirurgias, enxertos, plásticas, silicones,  se tudo isso é produzido, não é sentido como seu. O visual pode até agradar aos olhos... Mas quando chega a realidade... Vêm vários sentimentos que afetam psicologicamente trazendo todo tipo de doenças. Aonde vão encontrar a felicidade? Quais são os míseros momentos dessa felicidade? Não seria uma forma de chamar a atenção por uma carência afetiva? A rejeição está presente e não seria uma forma de gozo sentir-se rejeitado muitas vezes? O que FALTA nesse homem que para ser feliz quer ser uma mulher? Será que a mulher é mais feliz que o homem? Será que a mulher é a única capaz de conseguir essas mudanças? Ou será que é o amor verdadeiro da mãe, do pai para com o filho (a) para que não haja esses desejos? Ou a medicina também terá outras explicações para o caso... Só sei que ser mulher é uma dádiva e agradeço a DEUS a mulher que sou e quero fazer o melhor por mim e pelos os que estão ao meu redor porque essa oportunidade de vida não será para sempre. Quem sabe em outras vidas posso ser melhor do que estou sendo. Um bom momento para reflexão.


 

Publicado por JÔ MENDONÇA em 23/07/2010 às 23h33
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11/07/2010 23h45
DEPOIS QUE A PARTIDA TERMINOU - Jô Mendonça

DEPOIS QUE A PARTIDA TERMINOU

JÔ MENDONÇA EM 02/07/2010

                Meninos ou meninas são brasileiros, mesmo que não interesse muito a mulher entender sobre jogo e jogadas, times e centro avante, laterais de área, de fundo, atacantes... queremos é que o Brasil ganhe. Essa forma de gozo é prazerosa nos rostos dos torcedores que por minutos se sentem felizes, também seria para não ouvir os lamentos masculinos e frustradores dos namorados, maridos, amigos enchendo a cara cheios de tristeza porque o Brasil perdeu e dizendo por um triz fulano não fez o gol, ou dando os mil pitacos que fulano devia fazer assim ou assado, que o técnico devia ter trocado fulano por sicrano e por aí vai... O povo pára para ver, ouvir, gritar, pular, torcer e se entremear junto com os jogadores com o coração pulando de uma ansiedade de fazer um gol, conscientemente você torce para a partida ser ganha... é o momento da catarse, do prazer instantâneo. É a copa! viva aos atletas que ganham rios de dinheiro se esforçam com os treinamentos e voltam para casa muitas vezes com contusões ou sequelas físicas e psicológicas do jogo. Jogar é bom, é competir, é querer ganhar, ser o primeiro em tudo e ganhar troféus, mesmo que seja uma réplica do original, é está em lugar de destaque, é ser aclamado, glorificado, é ter poder... Vejo o futebol como uma política de se ganhar dinheiro, aliás um dos motivos de alienação de muita gente fanático. Vira muitas vezes uma doença (transtorno compulsivo) interferindo na vida pessoal, familiar e social. Já vi namoros acabados, homem com raiva da mulher, mulher e filhos apanharem por causa do jogo e do nervosismo do marido e vice e versa, desavenças familiares, agressões verbais, xingamentos, traições, torturas psicológicas para os times que perdeu e torturas de várias outras formas. Como o jogo tem esse poder de encantar e desencantar? De fazer as pessoas fazerem coisas que nem imaginam no momento quando querem ganhar?De infringir regras, trapacear, enganar... O querer (desejo) presente no pensamento como forma de gozo universal. De sentirem-se felizes por causa de um jogo que acaba sempre um ganhando e um perdendo. Porque se empatar para saber quem é melhor, tem que haver um desempate. Será que precisamos mesmo dessa agonia, angústia, disso, para nos sentir-mos felizes? Poderosos? Aceitos? Ou esse gozo seria uma forma de tapear mais os problemas de ordem política, social, saúde e segurança que o nosso país está vivendo? Bom, como brasileira digo, É O BRASIL? E torço para que Viva o Brasil! Um abração verde, amarelo, azul e branco e levanto a bandeira para que o nosso Brasil SEJA ORDEM E PROGRESSO!
Jô Mendonça

Publicado por JÔ MENDONÇA em 11/07/2010 às 23h45



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